Arquivos de junho de 2010

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Monte Verde, distrito de Camanducaia, no Sul de Minas, a 167 km de São Paulo, está na rota do turismo  das férias de julho. 

Oferece momentos agradáveis para toda a família em meio a natureza. 

Monte Verde tem belas paisagens campestres, arvoredos, trilhas na mata, cachoeiras e um pôr-do-sol inesquecível, segundo os turistas que costumam voltar sempre a pequena cidade na estação fria do ano.

O detalhe é que uma  boa estrutura de chalés, estalagens, pensões, hotéis e albergues está sendo implantada na região, com incentivo das agências de turismo.

Que tal conhecer Monte Verde?

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O estilo militar que pontuou na moda outono-inverno trouxe à tona velhos companheiros clássicos das lidas masculinas – a botina e a  bota de cano curto para serem usadas no dia-a-dia com durabilidade e conforto.. 

Há modelos para todos os gostos – do tradicional com cano médio, de camurça, de caubói, de motoqueiro e coturnos de inspiração militar.

O motivo do sucesso é versatilidade. Ela vai bem com roupas formais e casuais, além de combinar com jeans.

As botinas de camurça são ideais em looks casuais. Os mais jovens preferem a versão com bico arredondado e costuras aparentes que já  foi uma febre de consumo na década de 80.

A bota de caubói, tradicional no interior, voltou para o ambiente urbano com cano mais curto, em couro liso e com o bico pontudo, e de cara mais original em cano médio com os tradicionais desenhos em alto relevo.

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Misturar as contas do negócio com as do dono  é um problema comum nas pequenas e médias empresas – mas separar as duas contabilidades é um pressuposto para o crescimento saudável 

Da revista  EXAME:

No início, com tantos desafios para enfrentar, pode ser difícil compreender que a mistura de contas é muito mais nociva do que se pensa. “À medida que o negócio prospera e o empreendedor é cada vez mais exigido para melhorar a qualidade de suas decisões, a desorganização das finanças vai se tornando um obstáculo cada vez maior à expansão”, diz Márcio Iavelberg, da Blue Numbers, uma consultoria especializada em finanças para pequenas e médias empresas.

Uma das consequências de não separar as duas contabilidades é a falta de critérios confiáveis para definir os limites de retirada que os donos podem fazer como remuneração por seu trabalho na empresa ou pelo investimento que fizeram. “É comum encontrar empreendedores inteligentes que não sabem direito quanto podem gastar com suas despesas familiares mensais”, afirma Iavelberg. “Nesses casos, eles tendem a se descontrolar ao assumir dívidas, e aí vem a tentação de tirar do caixa o que falta para cobrir o buraco.” É assim, desse jeito bem trivial, que muitas pequenas e médias empresas começam a ficar com as finanças estranguladas. “Administrar mal o fluxo de caixa é algo que pode acontecer em qualquer empresa, estejam as finanças misturadas ou não”, diz o consultor Vicent Baron, sócio da Vallua. “Mas o risco é bem menor quando as finanças pessoais e as da empresa estão devidamente separadas.” Nem sempre a mistura ocorre só por desorganização. Muitas vezes, falta clareza do que de fato significa a palavra “custo”. Um dos erros mais comuns derivados dessa incompreensão costuma ser cometido quando o empreendedor também é o proprietário do imóvel que sua empresa ocupa. “Nesses casos, mesmo que o dinheiro do aluguel não seja retirado de verdade do caixa, o valor correspondente precisa ser registrado como despesa da empresa”, diz a consultora Jeanete Herzberg. “Quando não se faz isso, perde-se a noção do custo real do negócio com espaço físico”.

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(ATENÇÃO: A NOTA A SEGUIR DEVE SER LIDA COM SAUDÁVEL DESCONFIANÇA, POIS NUMA CONVENÇÃO  OS POLÍTICOS ADORAM MUDAR TUDO )

Quem ganha e quem perde com a decisão (finalmente anunciada) de Osmar Dias de concorrer ao Governo do Estado na aliança PT-PDT-PMDB?

 

Nedson Micheleti e André Vargas perdem. Eles queriam uma chapa só do PT, com Nedson liderando.

Gleisi ganha. Continua candidata ao Senado. A paralisia de Osmar com o episódio de Álvaro na vice de Serra fortaleceu sua posição que em alguns momentos esteve por um triz. Lula pensou em colocá-la na cabeça de chapa.

Requião ganha e perde. São duas vagas ao Senado, mas ele teme perder para Gleisi. Já é um consolo livrar-se do imprevisível buraco negro que ameaçava esfarelar sua candidatura.

Carlos Lupi ganha e continua Ministro do Trabalho. O compromisso do PDT com Dilma está mantido.

Álvaro Dias perde e ganha. Não pôde impedir a união do irmão com o PT;  vice de Serra, no entanto, terá a  mídia com a qual sonhava desde que era criancinha em Quatá.

Pessutti ganha. Como uma das forças do chapão, dará uma saída honrosa para sua agonizante candidatura.

Beto Richa ganha e perde. Ele continua o favorito, por ora é o candidato que mais representa a mudança, mas  não disputará sozinho.

Ricardo Barros perde. Também lhe interessava que Gleisi disputasse como vice-governadora.

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Do Blog de Ruth Bolognese:

Ninguém deveria reclamar dessa meleca em que se transformou a política do Paraná: nunca se valorizou tanto a família e os sentimentos fraternos entre irmãos, pais, filhos, esposas, maridos e sobrinhos como agora.Tanto para o bem como para o mal. Vejam só:

Osmar Dias, PDT, depende de uma decisão do irmão, Álvaro, PSDB, para decidir se vai ou racha;

Álvaro usa os votos que tira do irmão Osmar para ser candidato à vice-presidente;

O governador Orlando Pessuti não diz um “A” sem dona Regina por perto;

O ex-governador Roberto Requião carrega, para onde vai, uma fila quilométrica de Requiões;

O deputado Gustavo Fruet, PSDB, é tão preterido, politicamente, como seu pai Maurício;

O irmão do Alberto Roberto, o Pepe Richa, abandonou a política para não prejudicar o titular familiar e

Gleisi Hoffmann só é Gleisi Hoffmann por causa do maridão!

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Do Blog do Zé Beto:

Os jornalistas Rose Arruda e Helio Teixeira entregaram a Beto Richa nesta segunda-feira (28) os primeiros exemplares do livro “Richa, o Político”, perfil biográfico do ex-governador José Richa.

O livro traz relatos e histórias da participação de José Richa na política brasileira, desde o primeiro mandato de deputado federal (1962-1966) até o exercício das funções de senador no período 1990-1998.  “Este trabalho levou dois anos para se tornar realidade, com apoio de um punhado de amigos”, escreveram os autores no prefácio. “Entendo que a publicação do livro é uma homenagem a meu pai, por sua relevância na vida pública do Paraná e do Brasil”, disse Beto Richa, que foi entrevistado por Helio e Rose na fase de pesquisas do livro.

Richa foi deputado federal, prefeito de Londrina, senador e governador do Paraná (1983/1987). Ao lado de Franco Montoro, Mário Covas e Fernando Henrique Cardoso fundou o PSDB.

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Regina Pessutti, negando que seja fantasma da Assembléia, como publicado na revista Veja, e sugerindo que a denúncia “vazou” do ex-governador Requião:  

” ( … ) Nunca escondi de ninguém que sou funcionária da Assembléia, inclusive sempre conto nas reuniões que promovo com mulheres de vários setores, mostrando que sempre tive participação ativa na vida do meu marido, embora nos bastidores. Embora o muito provável orquestrador desta reportagem insista em colocar no seu brinquedinho favorito -ultimamente ele não tem muita ocupação- eu nunca mandei e não mando no meu marido. Apenas o amo apaixonadamente, muito diferente dele que não conta nem com o amor do cachorrro da casa!”.

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Acusado de demorar muito a decidir, em 2006,  se concorreria ao Governo do Estado, o  senador Osmar Dias resolveu agora se superar neste quesito e lançou seu nome a disputa com um ano de antecedência. Em 2009,  portanto, fomos informados pelo próprio Osmar que ele disputaria o Palácio Iguaçu, uma decisão até natural para quem perdeu a outra eleição por míseros 10.000 votos.

Então, Osmar saiu pregando pelo Paraná.

Fez o exercício que os políticos chamam de “debater propostas” com o povo para preparar seu plano de governo.

Porém, com todos os prazos legais se esgotando, eis que Osmar ameaça retirar-se da disputa alegando que o irmão mais velho, Álvaro, pode ser o candidato a vice-presidente na chapa de José Serra.  Haveria um compromisso entre os dois irmãos que os impediria de estarem em campos opostos da política. Nesse juramento, aparentemente, nem sempre a recíproca é verdadeira: como Osmar se lançou primeiro não era o caso (pela lei da precedência) de seu irmão respeitar essa decisão e não sair na vice de Serra?

Para a colunista política da Folha de S.Paulo, Renata Lo Prete, depois de tanto poréns, atrasos, movimentos pendulares, pactos  familiares, interesses, negociações simultãneas com o PT e PSDB, Osmar corre o risco de sair da eleição menor do que entrou.

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Uma pesquisa recente do Ibope mostrou que a Educação vem se tornando cada vez mais um critério importante na hora do eleitor definir o seu voto. Em 2006, a Educação era citada apenas por um em cada 10 brasileiros e ocupava o 7º lugar entre os assuntos mais preocupantes. Agora já figura entre as quatro áreas que precisariam merecer atenção especial dos governantes.

“O eleitor está ficando mais consciente de que ele, sua família, sua cidade e o Brasil só crescerão com Educação de qualidade”, diz o deputado londrinense Alex Canziani, que nos últimos anos focou seu mandato especialmente em questões educacionais. Como presidente da Frente em Defesa da Educação Profissional e Tecnológica do Congresso Nacional, que reúne 124 parlamentares,  seu objetivo é trabalhar para expandir os cursos técnicos e profissionalizantes, lutar por novas creches e escolas, além de defender uma gestão pela Meritocracia e a capacitação de professores e administradores.

- “ Tenho batalhado por mais recursos para a Educação e para liberar todas as emendas voltados ao ensino” – diz o parlamentar, observando que, conforme oIbope,  41% da população defende melhores salários aos professores e 28%  reivindica mais escolas profissionalizantes. A Educação básica foi avaliada apenas como “regular” por 44% da população.

Três fatores explicariam o interesse popular na Educação: a articulação da sociedade, a competitividade econômica e o aumento dos anos de escolaridade dos brasileiros, o que acaba gerando cidadãos mais críticos.

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Do blog de Fábio Campana

Nas últimas horas os blogueiros e twitteiros do PT ou ligados ao partido passaram a obedecer a um rigoroso toque de silêncio. A idéia é não dar qualquer pretexto para que o senador Osmar Dias, do PDT, recue de seu propósito de sair candidato ao governo do estado em aliança com o Partido dos Trabalhadores. Uma coligação complicada que já é considerada a costura política mais delicada e complexa da história do Paraná.

Até que o senador proclame pública e oficialmente sua disposição de sair candidato em aliança com o PT a ordem é não criticar e não comentar. Até mesmo elogios estão embargados porque o senador, conhecido pela extrema suscetibilidade, poderia entender qualquer menção lisonjeira a seu nome como uma ironia e desandar tudo o que foi obtido em intermináveis e delicadíssimas costuras políticas. Depois que o envolvimento de Osmar na aliança se tornar irreversível, os comentários e as manifestações de qualquer natureza estarão liberadas.

As cautelas tomadas pelo PT têm bons motivos. Ao longo dos últimos meses as negociações com Osmar estiveram a perigo e foram interrompidas devido a comentários feitos na internet por petistas que foram interpretados como ofensivos por Osmar Dias. O ponto mais baixo ocorreu quando o deputado federal petista André Vargas, que também é secretário de Comunicação do PT, irritado com as delongas de Osmar afirmou que o acerto político não era firmado porque Osmar estaria fazendo “exigências não políticas”.

Osmar ficou possesso com a insinuação e exigiu que Vargas se desmentisse publicamente. Humilhado o deputado fez publicar uma nota oficial em que dizia que as exigências que o “PT não poderia atender” se referiam a atração do PMDB, que havia lançado Orlando Pessuti como candidato próprio. O caso foi superado, mas a partir daí Osmar passou a se recusar a negociar com o PT do Paraná que, desde aquele episódio, participa das negociações numa constrangedora posição de espectador sem direito a voz nem a voto. Para evitar novos incidentes o toque de silêncio é rigoroso.

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O senador Álvaro Dias  revelou numa entrevista  ao jornal O Estado do Paraná que o irmão, Osmar, sabia de sua “convocação” para ser  o vice de Serra – e não se opôs a isso:

 - “Conversei com ele, estamos sempre juntos.Liguei para ele pela manhã, antes de aceitar a convocação. Ele me disse que é irrevogável, que não havia como recusar. Pois é a primeira vez que o Paraná tem a possibilidade de eleger um vice-presidente”, disse Alvaro.

Sobre as implicações que sua indicação para vice pode ter na candidatura do irmão ao governo do Paraná, Alvaro deixou Osmar à vontade. “Sempre dei a ele total apoio e a candidatura dele ao governo, a palavra é dele, ele que vai decidir. Se for a vontade dele é irrevogável também”, disse o senador.

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O colunista político Luiz Geraldo Mazza  tem se mostrado um crítico feroz das manobras e oscilações dos irmãos Dias no jogo político.

Veja o que ele escreveu na Folha de Londrina:

“Nem Alvaro, muito menos Osmar são assim tão relevantes. Eles apenas expressam a pobreza dos nossos quadros políticos. Percebe-se também a dependência do irmão menor diante do primogênito, algo bíblico, mais Esaú e Jacó do que Caim e Abel ( … )” 

” ( … ) A possibilidade de Osmar Dias segurar seu projeto governamental na hipótese de seu irmão sair vice de Serra mostra que a modernidade nos abandona e nos deixa parecidos em muitos aspectos com áreas mais atrasadas do nordeste. Basta lembrar o espetáculo de nepotismo do governo Requião”. 

” Qual a imagem política que o Paraná projeta nacionalmente? A de pendular, hesitante, o que é incompatível, na forma e no fundo, com o sentido essencial dessa atividade que Aristóteles enxergou como inseparável do homem ( … ) “.

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 Do jornal Hora H, ligado ao PMDB: 

” ( … )  Quando não é Osmar, cuja indecisão está se tornando uma lenda que já faz parte do folclore político nacional, é Alvaro quem paralisa o jogo. Alvaro ambiciona se tornar candidato a vice na chapa presidencial do tucano José Serra e tenta amarrar o seu ingresso na vaga à desistência do irmão em disputar o governo do Paraná em aliança com o PT e PMDB.

Existiria um solene pacto de sangue de não agressão entre os dois irmãos que impediria que a dupla se enfrentasse em palanques opostos. Tal pacto, que ninguém sabe se realmente existe ou é uma invenção da qual tanto Alvaro quanto Osmar tiram proveito político quando lhes é conveniente, já foi invocado no início das negociações para formar chapas para disputar o governo do Paraná.

Alvaro Dias alegava que, se fosse candidato ao governo, ganharia com certeza porque seu irmão, Osmar, se veria obrigado a desistir por causa do tal pacto fraterno. A tese não prevaleceu porque o então prefeito de Curitiba, Beto Richa, não aceitou a idéia que a eleição deveria ser decidida como uma questão de família e entrou em campo para disputar seu espaço e impôs sua candidatura no PSDB”.

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A escolha do senador Álvaro Dias para a vice de José Serra é um fato novo e surpreendente que pode mudar todo o jogo da sucessão no Paraná. A escolha de Álvaro está longe de ser consensual. Seu nome encontra fortes resistências junto aos aliados do DEM.

- “O Álvaro não acrescenta nada e desagrega muito” – diz o deputado Ronaldo Caiado, uma das estrelas do DEM.

Alvaro vinha tentando há algum tempo se impor como vice, única maneira, segundo ele, de trazer Osmar Dias para a tenda dos tucanos. Dando certo, essa jogada representará uma vantagem excepcional para a candidatura Beto Richa além de atender a busca permanente por holofotes e mídia do atual líder dos tucanos no Senado. Álvaro faz política de modo profissional e deixar de participar de uma campanha seria como um castigo.

 Osmar Dias já disse que não enfrenta o irmão, por isso pode ser que desista do acordo com o PT e vá se juntar ao barco de Beto, no PSDB, como candidato ao Senado. A nova chapa garantiria a vitória hiper-tranquila do tucano e pelo menos 2 (dois) milhões de votos para José Serra no sexto maior colégio eleitoral do país, conforme os cálculos otimistas do PSDB.

Dá pra acreditar que tudo isto possa acontecer sem que Osmar soubesse de alguma coisa?  Huumm….  

O prazo das convenções está se esgotando rapidamente e coisas importantes serão resolvidas de maneira atabalhoada. Se é que serão. O embromation de Osmar Dias continua sendo o destaque da mais complicada armação política realizada no Paraná nos últimos anos. E já que no centro desta embolada estão dois irmãos que sempre jogam juntos é lícito perguntar:

- A razão para que Osmar protele ao máximo sua definição sobre a disputa ao governo é para dar tempo aos tucanos  indicarem seu irmão Álvaro para a vice?

-  Como Osmar poderia disputar o senado pelo PSDB se o seu partido, PDT, já proibiu coligações com o s tucanos?

- Osmar disputaria de modo independente, considerando a sua habitual hesitação política?

-  Se forças do PT ( Paulo Bernardo e Gleisi ) fizessem concessões desde o início esta salada teria se resolvido há muito tempo e a situação não chegaria onde chegou?

- Se perder Osmar o PT vai de Orlando Pessutti ou Nedson Micheletti?

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Do senador Osmar Dias:

“Falam que eu sou indeciso, mas na verdade o que ninguém diz é que eu tenho caráter. Estou aguentando essa situação no ‘osso do peito’ porque para mim a família vem em primeiro lugar e eu não posso impedir que um irmão chegue à Vice-Presidência da República.”

O pedetista explicou que tem sido procurado há duas semanas pelos dirigentes nacionais tucanos com o argumento de que a escolha de Alvaro estaria muito próxima de ser concretizada. “Se eles não anunciarem, eu vou ter de seguir o meu caminho.”

Os motivos da demora de Osmar, somos informados agora, não são apenas políticos – envolvem laços de família.

Já se sabe que Osmar aceitou disputar o governo pela coligação PT-PMDB-PDT.

A hipótese de que Alvaro seja vice de Serra cresceu nos últimos dias, mas está longe de ser unanimidade. O paranaense estaria em uma disputa interna com o presidente nacional do partido, senador Sérgio Guerra (PSDB-PE). 

Outro adversário seria o DEM, principal parceiro dos tucanos. O presidente nacional do partido, Rodrigo Maia, reiterou ontem que não permitirá a indicação de um vice do PSDB que não seja Aécio Neves. “Essa é uma decisão tomada há meses”, explicou o presidente estadual da legenda, Abelardo Lupion.

Por último, Serra declarou ontem em São Paulo que demoraria mais “três ou quatro dias” para escolher o vice, o que inviabilizaria qualquer acordo com Osmar. PMDB e PT realizam convenções estaduais no domingo.

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Da colunista Ruth Bolognese

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Entusiasmada por demais com o crescimento de Dilma Rousseff, PT, nas pesquisas, dona Gleisi Hoffmann disse que a candidata está “conquistando o coração e a alma dos brasileiros”.

Menos, Gleisi, menos. Dilma Rousseff não passa emoção nenhuma, como candidata não disse nada que faça qualquer brasileiro rir ou chorar e surfa nas costas do presidente Lula. Pode estar dando certo. Agora, conquistar alma e coração, já é exagerar na dose.

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Ex-vice-governadora, Emília Belinati, hoje filiada ao PSB do prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, vai disputar uma vaga na Assembléia Legislativa. Será um retorno. Dona Emily era deputada estadual quando saiu candidata a vice-governadora na chapa com Jaime Lerner por conta do apoio do então marido dela, Antônio Belinati, prefeito de Londrina. Repetiu a dose na reeleição, separou-se, e agora volta à lida.

Dona Emily tem o apoio de igrejas cristãs, tanto na região de Curitiba, como em Londrina, onde parte da família ainda reside. E o deputado Antônio Belinati, PP, que conta com sua fortíssima base eleitoral em Londrina, também deve disputar a reeleição. Se a nova lei dos Fichas Limpas não o impedir.

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