Rachel Verano*
No início da semana eu comecei a postar sobre as novidades nas rotas das companhias aéreas de baixo custo na Europa e logo pulei para um raio X da situação na Itália, com um panorama geral dos voos domésticos e internacionais. Mas, como tem muita gente me perguntando como a coisa funciona, vou dar um passinho atrás e explicar como é o maravilhoso mundo das viagens de avião baratas na Europa antes de seguir com mais detalhes sobre mais países.
As cias aéreas low-cost começaram a surgir timidamente no final dos anos 80. Uma das primeiras foi a irlandesa Ryanair, hoje uma gigante que opera mais de 1.100 rotas para 253 destinos diferentes, em 26 países. Mas a coisa começou mesmo a pegar fogo no final dos anos 90, com o surgimento de concorrentes de peso (como a inglesa Easyjet, outra que está entre as maiores do mundo). Mas, afinal, o que são essas empresas?
As low-cost são cias aéreas que aboliram qualquer tipo de frescuras a bordo em busca de uma tarifa mais baixa para o passageiro. Por frescura entenda-se algumas frescuras de fato (lencinhos, balinhas, lanchinhos) e outras nem tanto assim (espaço confortável entre as poltronas, por exemplo, check-in de mala incluído etc). São como a Gol, a Webjet e a Azul, no Brasil, mas com um diferencial: na Europa elas são muito mais agressivas em termos de preços. LEIA MAIS
*Jornalista especializada em viagens pelo mundo e autora do site Viaje Aqui


