Arquivos de maio de 2011

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Da Veja.com

Apesar do alerta da OMS, não é preciso jogar o aparelho no lixo. Confira 5 dicas elaboradas por especialistas para deixar o celular menos perigoso para a saúde

Com o anúncio da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer, braço da Organização Mundial da Saúde, de que as ondas eletromagnéticas emitidas pelos celulares podem causar tumores cerebrais, o que fazer com os aparelhos? Ainda é seguro continuar falando pelo celular?

Uma das primeiras pesquisadoras a afirmar que os celulares podem causar câncer, a americana Devra Davis, PhD e professora de epidemiologia na Universidade de Pittsburgh, dá algumas dicas de como usar com segurança os celulares em seu livro Disconnect – The Truth About Cell Phone Radiation, What the Industry Has Done to Hide It, and How to Protect Your Family (Desconecte – A verdade sobre a radiação dos celulares, o que a indústria fez para escondê-la, e como proteger sua família), lançado em setembro de 2010.

Para Devra, não é preciso jogar o celular fora. Basta saber usá-lo (ela mesmo mantém seu aparelho, mas usa com um kit hands-free). 

Veja abaixo suas principais recomendações: 

Mantenha fora do alcance de crianças:

O uso de celular pode causar um tipo específico de câncer, o glioma, que atinge o cérebro. Crianças são mais suscetíveis às mutações genéticas causadas pelas ondas do celular por ainda não possuírem a barreira hemato-encefálica (que protege o cérebro) totalmente formada. Quanto mais jovens, mais vulneráveis. Por isso o ideal é evitar o uso nessa faixa etária

Usar fone de ouvidos

Usar fones de ouvido aumenta a distância entre o aparelho e o corpo e reduz a exposição à radiação

Não carregue junto ao seu corpo           

Mesmo que não esteja sendo usado, o celular emite radiação. Deixe na bolsa ou na mochila

Não deixe o celular sob o travesseiro

Enquanto você dorme, o celular não deixa de emitir radiação eletromagnética. Mantenha-o a uma distância segura

Cuidado com o sinal fraco

Segundo Devra Davis, em standby ou com o sinal fraco é quando o celular emite mais radiação. Evite o uso durante este período.Segundo a Organização Mundial de Saúde, “usar o telefone em áreas com boa recepção também diminui a exposição, pois permite que o telefone transmita com menor potência.

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Há alguns dias, eles se encontraram em um evento social de Curitiba. Foi a primeira vez depois da campanha e Beto estava mais falante que Osmar.

Agora fizeram em Paranavaí um encontro oficial, o primeiro – Beto Richa  na condição de Governador do Estado e Osmar Dias como vice-presidente de Agronegócios e Micro e Pequenas Empresas do Banco do Brasil

Eles assinaram protocolo de intenções para a expansão de linhas de crédito e outros incentivos destinados a produtores rurais da região do Arenito Caiuá. A estimativa do banco é que sejam aplicados R$ 500 milhões por safra e que o projeto beneficie cerca de 14.900 agricultores. “O agronegócio precisa de atenção e é assim que o governo do Estado irá atuar. Descemos do palanque para atuar com grandeza e responsabilidade, defendendo os legítimos interesses do povo do paranaense”, disse o governador. Osmar Dias afirmou que o programa vai impulsionar o desenvolvimento regional sustentável. “Os interesses do Estado estão acima de todas as outras questões”, reforçou.

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A revista VEJA SÃO PAULO (que só circula na capital paulista) continua recebendo muitas cartas e e-mails de leitores comentando a reportagem de capa recente com a empresária e apresentadora Val Marchiori.  O retrato feito pela revista  foi o de uma personagem esbanjadora e desumbrada com a alta sociedade, alheia ao mundo real. Isso se refletiu na volumosa seção de cartas publicada na edição posterior na qual muitos leitores destroçam o estilo “Helloo” da empresária paranaense, sua ostentação pelas luzes e fixação em grifes carésimas.

Há também aqueles que a interpretam como uma pessoa sagaz e divertida, que faz um pouco de gênero e é capaz de rir de si mesma.

Uma das cartas em defesa de Val Marchiori – e que causou mais impacto –  foi da advogada Raquel Nicao.

Vejam o que a advogada disse:

“Eu sei, eu sei, vocês receberão inúmeras mensagens a respeito. Mas tenho de defender a moça e, antes disso, quero dizer: sou trabalhadora, pago impostos, não ganho 75.000 reais em um ano e faço caridade. Portanto, sou “politicamente correta”. Mas me surpreendem pessoas como ela, que têm a coragem de ser o que são e de viver o que desejam, pouco se importando se é correto, justo ou não. Val não é demagoga. O dinheiro ganho é dela, a empresa de seu marido emprega milhares de pessoas; portanto, ela pode, sim, gastar quanto quer e como quer. Se isso está certo ou errado, não é da minha conta. Errado é o patrimônio do filho do Lula crescer mais do que pão com bromato, o Lula ficar milionário e o patrimônio do Palocci triplicar. Esses, sim, estão gastando o meu dinheiro. Dinheiro que falta na minha segurança, na minha saúde e no meu transporte. Estou cansada dos justiceiros que dizem: “Com tanta criança passando fome, ela gasta 3.000 reais num jantar”. Ora, as criancinhas não são dela. Quem tem obrigação de alimentar as criancinhas são o Palocci, o Lula e a Dilma”.

OUTRAS CARTAS PUBLICADAS PELA REVISTA

“Leitura OBRIGATÓRIA! Nasce uma diva.”
@HugoGloss

“HELLOW! Acho que o hello voltou com tudo
depois dessa.”
@Katylene

“A @narcisa oficial que se cuide…”
@jfcandido

“A matéria da @VejaSP sobre a Val Marchiori
está fantástica! Hellooo, #valdirene!”
@elbita

Um absurdo essa moça chamada Valdirene declarar com orgulho que gasta 75.000 reais em uma tarde de compras em um país onde pessoas passam fome e crianças vivem em situação de risco e abandono (“Socialite a qualquer custo”, 18 de maio). Ela pode ser rica de dinheiro, mas é pobre de espírito, coitada. Socialite? Hello… Nunca será!
JANAINA GARCIA FERNANDES

Não consigo entender como uma revista séria e interessante como VEJA SÃO PAULO pôde dedicar a capa e oito páginas a um assunto tão fútil e sem importância para a nossa cidade. Considero uma afronta, uma agressão e um desrespeito aos milhões de paulistanos que ganham um salário mínimo, ou seja, 18 reais por dia.
PATRÍCIA SANTINO

Gostaria de parabenizar a revista pela capa da última edição. A reportagem com a nossa socialite vale mais do que qualquer tratado sociológico.
GUILHERME LIMA

Hello, Valdirene! Por falar tanta bobagem, essa senhora merecia passar uma semana em uma ilha deserta, sem celular e sem chapinha!
SILVIA GENNARI

Não pude deixar de notar a absoluta semelhança de Valdirene com a Lady Kate, do programa “Zorra Total”. Uma cópia praticamente idêntica da ostensiva, convencida, cafona e deselegante personagem cujo bordão é “Tô pagâââânu…”
CHRISTINA DALAMANGAS

Eu, como mulher, me sinto envergonhada com a reportagem sobre Val Marchiori. Quanta futilidade! Será que, em meio a todas essas inutilidades declaradas por ela, sobraram tempo e dinheiro para algum tipo de caridade?
ELISETE CHIOCHETTI

Que essa Val Marchiori vá lamber sabão (sabão de grife, naturalmente)!
MARIA INEZ BENEDETTO

Se essa reportagem tivesse sido realizada meses atrás, poderíamos dizer que a personagem Clô, de uma novela global, teria se inspirado na Val para compor seu personagem.
HELENO ARAUJO

Li, estupefato, a “biografia” da senhora Valdirene. É impressionante a luta de alguns para não significar, de fato, nada para ninguém. E como custa caro!
OLAVO GUERREIRO

Hello, a faca a gente segura com a mão direita!
JULIUS BOROS

Convidamos a senhora Val Marchiori a abraçar as crianças atendidas pelo Centro de Apoio à Criança e ao Adolescente “O Visconde”. Pois só abraçando uma causa social haverá um reconhecimento da elite paulistana.
ALFREDO SANTOS LOEBELING

A extravagância e a futilidade demonstradas por Valdirene denotam indícios de possíveis transtornos psiquiátricos.
GUILHERME ZAPS

Que desrespeito às peruas, aves lindas, dignas e úteis.
MARIA CÉLIA ANASTASSIADIS

Ao terminar de ler a reportagem, entendi a declaração da representante da Dior sobre a dona Valdirene, pois dá muita vergonha ter a Lady Kate do Paraná usando os produtos de sua marca.
RENATO ANDRADE

Alguns pontos que gostaria de esclarecer: 1) Servimos na loja as marcas de bebida do grupo LVMH, do qual a Dior faz parte: Chandon e Veuve Clicquot. 2) Não a convidei para jantar, quem o fez foi a delegação de Courchevel quando veio ao Brasil há alguns anos, e o convite foi em meu nome porque fui nomeada pelo governo da França conselheira do turismo francês no Brasil. 3) Nunca mandei peças a sua casa, esse não é meu trabalho, quem manda produtos são as vendedoras a algumas clientes especiais. Não sei se é o caso dela. Val é jovem e rica, mas não acredito que sua forma de ser suscite inveja, e sim constrangimento e até pena. Vou rezar muito por ela.
ROSANGELA LYRA

Dona Zilda Arns, que possuía uma elegância natural e era belíssima por dentro e por fora, dizia que era possível salvar a vida de uma criança com 1 real por dia. Imagine quantas vidas poderiam ser salvas com o que essa senhora gasta em uma única tarde de compras.
LAÍS COMPOS PONZIO

Excelente comediante a Val Marchiori. Vou sugerir ao meu marido criar frangos para ver se também viro perua.
LUIZA ISHIGAMI

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Na Cãmara Municipal e nos corredores da prefeitura é voz corrente que  os dois senhores aí de cima – o prefeito Barbosa Neto e seu vice Joaquim Ribeiro - estão cada vez mais distanciados.

Ontem, o secretário da Fazenda, Lindomar dos Santos, pediu pra sair. Ele é da turma do vice.

Ontem também o nome de Ribeiro apareceu pela primeira vez nas investigações sobre as irregularidades na Saúde. Saiu da boca do secretário de Planejamento, Fábios Góes, que é da cota pessoal do prefeito. O vice também teria contribuído para trazer as Oscips para a saúde.

No começo da semana, Ratinho Júnior, o líder máximo do PSC  no Paraná (o partido do vice), fez questão de dizer que seu partido “não tem maior participação na administração de Barbosa”, aumentando os boatos de que o Ratinho pai anda mesmo estremecido com o prefeito. Júnior disse que Ribeiro era apenas o vice e assumia as funções constitucionais pertinentes. Acrescentou que o PSC deve lançar candidato próprio à sucessão de Barbosa.

Há poucos dias, no que foi o maior desentendimento público entre prefeito e vice, Barbosa tratou de enquadrar Ribeiro. Ele estaria anunciando investimentos na cidade sem passar pelo gabinete do titular e se manifestando favorável a eliminação de barreiras legais que impediriam a instalação de empresas de maior porte na área central. Esta é uma lei criada pelo antecessor Nedson Micheleti com endereço certo, segundo a oposição: afugentar o Wal-Mart e beneficiar o grupo Muffato.

Barbosa disse:

- Aqui na Prefeitura mando eu!

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Com muito atraso, a prefeitura de Londrina anunciou um reajuste salarial para os médicos interessados em atender nos postos de saúde.

Seis meses de crise, várias medidas anunciadas, pacotes elaborados, gritaria nos postos – e a prefeitura mantinha-se resistente a idéia-chave de mercado de captar profissionais através de salários mais significativos.

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Paula Barbosa Ocanha, da Folha Web

Faltando apenas 13 dias para o término dos contratos dos institutos Gálatas e Atlântico com a Prefeitura de Londrina, o diretor da Secretaria de Saúde, Márcio Nishida, afirmou que está aguardando o envio das planilhas de preços pelo Hutec e Santa Casa para firmar os termos de convênio direto ( … ) 

As duas empresas apresentaram propostas em dezembro do ano passado, mas a Prefeitura decidiu contratar os institutos Gálatas e Atlântico. A Santa Casa teria sido desclassificada por não ter cotado o preço para o Samu na proposta e o HUTEC apresentou preço maior.

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 Renato Cruz, de O Estado de S. Paulo

A vida não está fácil para a Positivo Informática.

Primeiro, a concorrente HP anunciou ter ultrapassado a empresa brasileira em vendas no País no primeiro trimestre. Depois, a ex-líder do ranking anunciou um prejuízo de R$ 33,7 milhões no período. Sua margem bruta passou de 33,3%, entre janeiro e março de 2010, para 20,7%. A receita líquida despencou 20,6% e suas vendas, em unidades, tiveram redução de 8,3%. Pela diferença entre faturamento e volume, dá para perceber que a empresa, além de vender menos PCs, vendeu também PCs mais baratos.

A briga pelo mercado brasileiro está feia. O Brasil é hoje um poucos mercados de PCs em expansão no mundo. No primeiro trimestre, as vendas de computadores caíram 3,2% no mundo. Por aqui, cresceram 13%, chegando a 3,1 milhões de unidades.

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 por Clênio Araújo, do Comunique-se

Hoje em dia, é fato: a grande maioria das empresas quer estar nas diferentes mídias sociais. É um perfil aqui, outro ali, uma comunidade acolá. Será que não falta uma reflexão anterior à entrada nessas mídias? O melhor caminho é estar por estar ou participar ativamente, interagindo e se abrindo para as críticas? Perguntas simples assim nem sempre são trabalhadas nas empresas. É uma opção simples que pode trazer complicações sérias

Afinal, uma empresa não necessitaria estar no Facebook, ou obrigatoriamente tem que estar no Twitter, no YouTube ou nas outras mídias. Se as pessoas com quem ela quer manter relacionamento – os antigamente chamados públicos de interesse – não estão, não parece muito inteligente estar. Ter um perfil apenas por ter, ou porque o concorrente já tem há meses, não é um posicionamento maduro por parte das empresas.

Antes mesmo de estar nessas mídias, elas deveriam se questionar seriamente se querem, de fato, criar e manter canais de relacionamento transparentes e abertos a todos. Por mais que desejem mostrar o contrário, a resposta de muitas empresas (e isso não é “privilégio” do Brasil) seria efetivamente não. Para que abrir contatos com a sociedade e arriscar receber enxurradas de reclamações? Melhor ficar quieto no canto, parece.

Relacionamento e turbulências

Mas não é isso o que se vê. As empresas aderem às mídias sociais, mas continuam com um comportamento antigo, de quando a chamada mídia de massa era a única opção de relacionamento. Hoje, todos sabem que as coisas fluem com mais rapidez, as pessoas estão mais exigentes e cobram mais seus direitos. Isso é excelente. Poucas empresas perceberam e praticam essa nova maneira de se relacionar com a sociedade. Como prêmio, ganham mais e mais clientes e veem seus concorrentes longe – lá atrás, claro.

Então, é melhor fazer uma reflexão madura antes de sair criando perfil em tudo quanto é mídia social. A questão não é ter ou não ter; passa pelo real interesse de estar nesses locais de constante e crescente relacionamento. Relacionamento, nunca é demais lembrar, se faz de alegrias, mas passa por turbulências com certa frequência. Estejam, portanto, preparadas, caras empresas. Do contrário, continuarão com um comportamento de mídia de massa num mundo que já é em rede há bons anos. 

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 O casal Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo fez de sua casa em Brasília, ontem, o cenário para uma exortação do ex-presidente Lula aos petistas pedindo mãos dadas na defesa do ministro Antonio Palocci, cuja empresa faturou R$ 10 milhões entre novembro e dezembro de 2010 – quando Dilma Rousseff já estava eleita e ele, Palocci, definido como ministro da Casa Civil, o mais próximo da presidente.

Foto/ Arquivo/Denis Ferreira Neto

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Do site VEJA.COM

( … )  Os políticos brasileiros ignoram a importância da transparência. “O Brasil herdou de Portugal a ética distorcida do autoritarismo, instaurado com a chegada da família real no século XIX”, afirma o filósofo Roberto Romano, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “Os políticos brasileiros acham um insulto exigir deles explicações.”  

É o caso de Antonio Palocci, ministro-chefe da Casa Civil, que agora se recusa a dizer como multiplicou, em quatro anos, seu patrimônio por vinte. Ao contrário dos liberais franceses e ingleses, os monarcas portugueses nos ensinaram a exercer o poder como um privilégio. “No liberalismo tem de ser possível explicar cada ato do governo. É o princípio de accountability”, diz Romano. “Não há divisão entre o governante e o governado. O privilégio de cargo não é admitido.” 

Enquanto isso a estrutura do estado brasileiro garante privilégios aos detentores do poder. O maior exemplo é o foro privilegiado para integrantes do Executivo e do Legislativo. “Não importa se é de direita ou de esquerda. Todos seguem a mesma ética autoritária ao chegar ao poder”, afirma Romano. “Ética é um conjunto de atitudes automáticas e inconscientes. A pessoa age sem consciência de que está fazendo errado. Não pode se dar ao luxo de pensar ou sentir culpa.” Para mudar uma classe política de ética torta só um choque de realidade. E olhe lá. “O Rei Tiago I, da Inglaterra, dizia que só respondia a Deus. Nossos políticos são piores: não respondem nem a Deus”, diz Romano.

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Da FolhaWeb

Preços mais acessíveis aqueceram as vendas de passagens aéreas internacionais em Londrina. No primeiro quadrimestre, a comercialização de bilhetes cresceu entre 20% e 25% para viagens ao exterior nas lojas CVC, segundo o gerente comercial Milton da Silva Junior. Os destinos mais procurados de janeiro a abril, em todas as unidades, foram Buenos Aires, Orlando, Madri, Santiago, Nova Iorque, Punta Cana, Miami, Paris, Montreal, Toronto, México e Argentina, em ordem de preferência.

Silva observa que, no comparativo com o ano passado, os preços tiveram queda de aproximadamente 10%. ”As viagens passaram a ser mais acessíveis de três ou quatro anos para cá. A oferta para viagens internacionais está crescendo muito e a procura para o serviço também, o que reflete no preço”, avalia. 

A diretora da Albatroz Turismo, Cristiana Pitol Grassano, considera que as viagens estão mais em conta em função da baixa do câmbio e das promoções realizadas pelas companhias aéreas. ”Hoje, está mais barato viajar para fora do que para o Brasil”, garante. Segundo Cristina, um final de semana com três noites, translado, city tour e passeio ao Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, é mais caro do que passar três dias em Buenos Aires. ”As pessoas estão aproveitando o câmbio baixo para fazer viagem internacional e deixar a nacional para outra oportunidade”, conta. 

”Por conta do câmbio, o ticket médio aumentou em dólar, portanto, aumentou o valor a ser gasto”, observa. ”Atualmente, compensa fazer viagem só para compras. Todo dia temos clientes embarcando para os Estados Unidos”, reitera.

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Do Estadão

A polêmica em torno do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, que após deixar o governo Luiz Inácio Lula da Silva e já eleito deputado em 2006 utilizou a empresa Projeto para prestar serviços de consultoria a clientes, chama a atenção para o vácuo legal em torno das situações de conflitos entre os interesses públicos e privados.

Segundo o ministro Jorge Hage, da Controladoria Geral da União (CGU), o Congresso não dá “nenhum sinal de disposição” de votar três projetos relacionados ao tema: tornar crime o enriquecimento ilícito de agentes públicos, definir situações em que há conflito de interesses públicos e privados e ampliar a punição a servidores envolvidos em irregularidades.

As três propostas, apresentados em 2005, 2006 e 2009, respectivamente, estão entre as centenas de projetos à espera de votação na Câmara. Se isso ocorrer um dia, e se forem aprovados, esses textos ainda entrarão na fila de propostas a serem analisadas pelo Senado.

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Este blog tem recebido ataques de hackers a soldo, certamente, de gente maligna e inescrupulosa.

Fizeram várias investidas, deletando páginas, alterando textos, entupindo o canal de mensagens com “spams” irritantes. Tentam inserir comentários maledicentes com nome falso. Estamos fazendo a resistência técnica para vencer a selvageria dos Orcs da informática. Pedimos compreensão ao leitor por eventuais transtornos.

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De tempos em tempos a mídia elege um personagem para ajustar-se a um figurino representativo da mobilidade social.

Para a revista Veja SP a bola da vez é a araponguense Valdirene Marchiori, a Val, que simbolizaria o sonho das socialites emergentes.

A revista dedicou várias páginas a empresária em sua última edição, assinadas por João Batista Júnior. O título é:  Val Marchiori: A Perua da Vez Pede Passagem. No site da Veja SP  ela ganhou um link exclusivo. A revista diz que a paranaense namora o empresário Evaldo Ulinski, dono da Big Frango, que teria comentado com um amigo: – A Val me custa R$ 200 mil por mês.

Sorridente, simpática e cheia de tiradas “sinceras” que fazem a festa do colunismo “social”  e de fofocas, Val ambiciona um lugar ao sol na sociedade paulistana.  A receita para se tornar uma socialite famosa? Segundo a revista, gastar 75.000 reais em uma tarde, fazer festas regadas a Veuve Clicquot e bancar apresentações num programa de TV. Leia mais aqui.

Conheça um pouco da filosofia de nossa emergente:

“Empresa boa e mulher bonita não quebram. Trocam de proprietário”
“Pobre é uma desgraça: só anda de carro”
“Nascer na miséria é imposição, permanecer é opção”
“É um absurdo nas lojas Dior e Versace servirem prosecco. Um desrespeito com quem só bebe champanhe”
“Hello, jamais saio de casa sem estar com algum brilhante. Seria o mesmo que estar pelada”

Caprichos, deslumbres e luxo de Val

Idade: 36 anos
Altura: 1,76 metro
Peso: 63 quilos
Natural de: Arapongas (PR)
Formação: concluiu o 2º grau e o curso técnico de contabilidade
Ocupação: apresentadora do quadro Ícones de Luxo, do “Programa Amaury Jr.”, na RedeTV!, e empresária (sócia da transportadora Valmar e criadora de bois da raça nelore)
Estado civil: vive há seis anos com o empresário Evaldo Ulinski, 64 anos, dono do frigorífico Big Frango, que no ano passado faturou 1,2 bilhão de reais
Filhos: tem os gêmeos Victor e Eike (homenagem ao bilionário do Rio de Janeiro), de 5 anos
Perfumes: Coco Mademoiselle, da Chanel, e Presence d’une Femme, da Montblanc
Livro de cabeceira: “O Caçador de Pipas”
Filme inesquecível: “Uma Linda Mulher”
Restaurantes prediletos: Gero, Fasano e La Tambouille
Marcas favoritas: Roberto Cavalli e Versace; só dessa última possui mais de oitenta vestidos
Vaidade: tem um maquiador particular, egresso do salão MG Hair, de Marco Antonio de Biaggi, à sua disposição 24 horas por dia
Coleção: bolsas. São mais de 100 modelos, de marcas como Hermès, Gucci e Chanel. Ela não usa mais as da Louis Vuitton de tamanhos grandes e médios por achar que estão muito “pobrinhas”. “Até babá tem usado, credo”
Joias: gosta de pedras grandes e adornadas com brilhantes
Meios de transporte: Porsche Cayenne, Porsche 911 Turbo, Mercedes-Benz C 280, uma lancha Intermarine de 48 pés batizada de Hello e um avião King Air 350 avaliado em 5 milhões de dólares
Casa: mora em um apartamento de 850 metros quadrados nos Jardins avaliado em 14 milhões de reais. Tem outros imóveis em São Paulo, Paraná e Santa Catarina
Objetos de decoração: sofá ovalado da designer espanhola Patricia Urquiola, de 80.000 reais; abajur do tamanho natural de um cavalo da marca holandesa Moooi, de 50.000 reais; e poltrona de couro assinada por Oscar Niemeyer, de 40.000 reais
Ídolos: Beth Szafir (“Sabe se vestir bem e de forma adequada à sua idade”); Maythe Birman (“O visual básico dela é extremamente glamouroso, nunca está desleixada”); e Luiza Brunet (“Está sempre feminina e sexy. Seja pelos vestidos ou pelo olhar”)

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A nota anterior, produzida pela Agência Estadual de Notícias, informava sobre a passagem do governador Beto Richa por Brasília, e as contribuições que ele levou à discussão da reforma tributária. A nota sugeria que tudo andava  bem com as finanças do Paraná. Mas eis que o Blog de Fábio Campana  publicou hoje, às 11h36s, uma notícia de contornos curiosos.

O que está acontecendo? Leia:

“Neste momento, o governador Beto Richa está na Secretaria da Fazenda reunido com o staff de financistas da pasta conduzidos por Amauri Escudero para saber porque o Estado, mesmo anunciando aumento de arrecadação, não consegue deslanchar pelas dificuldades financeiras. A justificativa de que o atual governo herdou problemas do anterior se desgasta com o tempo. Logo não terá validade. Da mesma forma que Requião não conseguia explicar sua incompetência apenas pelo que herdou de problemas da época de Jaime Lerner.

O secretário Luiz Carlos Hauly, ex-prefeito de Cambé e candidato a prefeito de Londrina, alega que precisa de uma ordem para definir os gastos e pagamentos.

Richa quer saber do que trata cada um dos empenhos para que o Estado não pague gato por lebre ou favoreça credores e lobistas amigos.

– Cadeado neles, sugere um deputado”.

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Da Agência Estadual de Notícias

O governador Beto Richa propôs a redução gradativa das alíquotas de ICMS nas operações interestaduais, de 12% para zero. Esse foi o principal assunto colocado na mesa da reunião do ministro da Fazenda, Guido Mantega, com os governadores das regiões Sul e Sudeste,  em Brasília.

Acompanhado do secretário da Fazenda do Paraná, Luiz Carlos Hauly, o governador disse ainda que as perdas financeiras impostas pela chamada Lei Kandir, que prevê compensações pela desoneração de impostos para as exportações de produtos agropecuários, precisam de uma solução global.

“O Paraná perde R$ 1 bilhão por ano e uma solução poderia ser a redução gradativa das alíquotas internas, que geram créditos de ICMS”, afirmou.

Na reunião, o secretário Luiz Carlos Hauly detalhou outros quatro pontos de interesse do Paraná nas discussões sobre a reforma tributária: a criação de um fundo de equalização para cobrir eventuais perdas de Estados e municípios com a aprovação da reforma; a unificação de alíquotas de importações com incentivos fiscais; a revisão dos critérios que orientam os repasses do Fundo de Participação dos Estados e a substituição da taxa de correção da dívida dos Estados com a União.