Um novo video conceitual, desta vez sobre o futuro do livro.
The Future of the Book. from IDEO on Vimeo.

Um novo video conceitual, desta vez sobre o futuro do livro.
The Future of the Book. from IDEO on Vimeo.
Os móveis rústicos sempre estão em alta, dificilmente caem de moda. Duráveis, por serem feitos de madeira de demolição, normalmente a Peroba, são perfeitos para dar um toque de elegância e aconchego ao ambiente.
A madeira normalmente já tem a caracterísitca de fazer um ambiente mais aconchegante, acolhedor, e ao contrário do que muitos pensam, móveis rusticos não deixam o ambiente com “ar” de fazenda. Podem, sim, traduzir ambientes elegantes e charmosos.
Existem muitas maneiras de trabalhar com os móveis rústicos: utilizando os próprios mobiliários (bancos, mesas, aparadores, estantes, etc), utilizando aqueles mimos como galinhas d´angola, lanternas, penduradores, artes mineiras, lustres, painéis, assim como montar uma mesa super fina utilizando uma mesa rústica.
Depois do tom verde-militar que pontuou neste inverno, o destaque ficou para as novas meias que a indústria da moda tratou de remodelar para que retornassem com modelos para (quase) todas as idades. Sempre femininas.
Uma das combinações que mais ganharam adeptas entre as mulheres foi o short jeans com meia-calça. Indicadas para várias ocasiões, as peças compõem um visual bonito, com charme e elegância. Além disso, é claro, protegem contra o frio. A nova tendência parece ter deixado para trás a ideia de que os shorts jeans são exclusivos para o verão.
Segundo os especialistas em moda, as peças podem compor um look moderno, a ser utilizado tanto no trabalho como em passeios e festas, durante o dia ou à noite. Basta que as mulheres tenham bom senso e bom gosto na hora de juntar as peças, observando principalmente o que combina melhor com o seu estilo
Do jornal El País
Iranianas e sauditas investem mais em beleza do que outras mulheres do Oriente Médio
Duas matronas envoltas em um chador tocam a campainha e passam pela entrada. Pouco depois chega uma jovem com um lenço que cobre apenas seu cabelo e uma bata muito justa. O vigilante que guarda a porta nem sequer vira a cabeça. Está acostumado. Embora não haja placas que anunciem o negócio, o trânsito de mulheres que o lugar atrai revela que se trata de um salão de beleza. Sem poder exibir as típicas fotos de modelos espetaculares, sua fama depende do boca a boca. Obrigadas por lei a esconder seus corpos, iranianas e sauditas gastam mais dinheiro em cosméticos e penteados que as demais mulheres do Oriente Médio.
A porta se abre para um muro e é preciso dobrar à direita para ter acesso ao salão de cabeleireiro Fahimeh, no bairro de Jordan, em Teerã. Em outros locais é uma cortina que garante a proteção contra olhares indiscretos.
Lá dentro, é outro mundo. Libertas de lenços e batas, as jovens exibem camisetas-regatas, calças justas e inclusive umbigos com “piercings”, como em qualquer outro lugar; as mais velhas usam trajes menos ousados, mas modernos.
Maria Lúcia Assunção
Se você é do time que não sai de casa sem batom, principalmente os de cores fortes, comemore — o verão 2011 é seu! A boca aparece em tons vibrantes, como pink, fúcsia, vermelho-alaranjado e violeta. E até os improváveis azul e verde já sinalizaram que estão chegando, assim como aconteceu com os esmaltes algum tempo atrás. Se for investir em um só produto, escolha um batom vermelho, é um clássico, combina com todas e vai bem em qualquer ocasião. Quando aplicar tons intensos nos lábios ou nos olhos, evite o blush para não ficar com um look pesado.
Maria Lúcia Assunção
Um passeio por seis décadas mostra que o jeans continua superatual. Marylin Monroe fez sucesso com uma camisa branca e o jeans original five-pockets nos anos 50. A calça boca-de-sino e o blazer deixaram Farrah Fawcet embaladissima nos anos 70. Brooke Shields ensinou um look fácil e descolado nos anos 80. Kate Moss e sua skinny vanguardista pontuaram na década de 90. Nos anos 2 000, a moda é não ter moda e Lady Gaga sabe disso melhor que ninguém. (Fonte/Pesquisa/Estilo)
O estilo militar que pontuou na moda outono-inverno trouxe à tona velhos companheiros clássicos das lidas masculinas – a botina e a bota de cano curto para serem usadas no dia-a-dia com durabilidade e conforto..
Há modelos para todos os gostos – do tradicional com cano médio, de camurça, de caubói, de motoqueiro e coturnos de inspiração militar.
O motivo do sucesso é versatilidade. Ela vai bem com roupas formais e casuais, além de combinar com jeans.
As botinas de camurça são ideais em looks casuais. Os mais jovens preferem a versão com bico arredondado e costuras aparentes que já foi uma febre de consumo na década de 80.
A bota de caubói, tradicional no interior, voltou para o ambiente urbano com cano mais curto, em couro liso e com o bico pontudo, e de cara mais original em cano médio com os tradicionais desenhos em alto relevo.
A Ma Mère, marca londrinense de bolsas e acessórios, estreou um site bonito e agradável mostrando suas novas coleções.
As fotos são do expert João Guedes. A empresa surgiu no finalzinho de 2007, quando a designer Camila e sua mãe, Regina, partiram para a realização de um velho sonho: confeccionar bolsas artesanais em tecido, com estilo e acabamento impecáveis. Hoje elas têm estrutura própria, clientes e representantes em todo o país.
Cícera Bagatin é uma jovem arquiteta londrinense, representante de uma geração de novos profissionais que está crescendo sob a influência de um fenômeno marcante da época, o tráfego intenso de informações, que permite a combinação plural de vários elementos.
Nesta entrevista, Cícera fala um pouco de seu trabalho com projetos e interiores.
“Para mim, o ideal seria que os todos os ambientes criados a partir do desejo do cliente e da imaginação do arquiteto resultassem simples, com aconchego e elegância”, diz a arquiteta. Ela avalia que Londrina possui um mercado de fornecedores, material de construção, acabamentos e revestimentos à altura da demanda surgida com os novos condomínios e edifícios . observa, no entanto, que este comércio seria ainda mais completo se incluísse mobiliários de design, móveis vintage e lojas específicas de papel de parede.
Vamos conhecer um pouco mais da Cícera?
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“Sempre fui uma pessoa curiosa, detalhista, sempre gostei de trabalhos manuais, de mexer com artesanato, inventar pratos na cozinha, de criar, organizar, arrumar. Me interessei por arquitetura quando estudava administração e comecei a acompanhar o trabalho de alguns arquitetos. Vi que tinha dom para arquitetura, eu queria trabalhar nessa área. Na faculdade me encantei mais ainda, fui super-dedicada, fiz estágios em vários escritórios. Amo o processo de criação, amo o quebra cabeça de um projeto”.
2
“Sempre admirei Oscar Niemeyer, até hoje ele desenvolve obras com leveza, harmonia e elegância. Transforma a coisa bruta em algo leve. Gosto de seu estilo com curvas e formas inusitadas, sem perder a linha reta. Outro é Richard Meier, americano, que trabalha com cores brancas,, um estilo mais clean e minimalista. A simetria dos elementos das obras de Mário Botta também me atraem muito”.
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“Como qualquer profissional, o arquiteto deve se atualizar sempre através de viagens, pesquisas, internet, leituras e visita a lojas. Estamos ligados às artes e a história das cidades e utilizamos referências em nossos próprios projetos. Tudo que vejo e gosto serve de inspiração, pode ser apenas um detalhe percebido numa viagem ao exterior ou num lugar aqui perto. Essas possibilidades me atraem, me inspiram e aumentam minha bagagem técnica”.
4
“Na hora de projetar uma residência ou fazer uma “decoração” devemos considerar o estilo do morador e da própria residência, os móveis, o conforto termo-acústico, a iluminação…Pensamos nesses elementos como um todo, não como elementos separados. A partir da opinião do morador elabora-se o programa de necessidades, o ponto de partida. Às vezes o morador pede algo que pode não ficar bom, ou que não funciona; cabe ao arquiteto explicar a utilização dos materiais, por que não funciona, propor novas soluções, sempre explicando as razões, sempre baseado no que o morador deseja. O ambiente deve ser confortável para quem vai usá-lo”.
5
” Não gosto de ambientes monótonos, prefiro algo harmônico, equilibrado, aconchegante e elegante. Tudo tem de ter BOM SENSO. Por exemplo: tenho um cliente que gosta de decoração indiana , mas por se tratar de uma clinica terapêutica pondero com ele que o estilo indiano é pesado, muito colorido, dourado, com um excesso de elementos. Não podemos carregar muito o ambiente. Sugiro, então, evocar o estilo “indiano” através de alguns elementos significativos e deixar o ambiente em condições adequadas para a sua finalidade; que fique aconchegante para o paciente e mantenha o glamour da decoração indiana. Em outras situações, crio espaços bem contemporâneos, com linhas retas, clean, e utilizo um ou outro elemento de arquitetura clássica, por exemplo, uma mesa envidraçada, com cadeiras estilo Luiz XV. Misturo tendências, trabalho cada projeto com o que mais combina para ele. Sempre que posso adoto um estilo mais minimalista, sem exagerar. Gosto de estampas, cores( tintas ou papel de parede), iluminação, mobiliários de design, gosto sempre de dar um toque com algum objeto ou elemento diferenciado”.
( Gostou? Se quiser conhecer mais o trabalho da Cícera acesse http://arqcicerabagatin.blogspot.com)
Aguarde uma entrevista muito legal com a arquiteta londrinense Cícera Bagatin.