Todos os senhores da foto são marqueteiros. O marketing político é a área mais rendosa de uma eleição. Marqueteiros tem um lema: não vale perder. E um modus operandi que lembra o mercado dos técnicos de futebol que um dia estão no Corinthians, outro no Palmeiras. Consideram um trabalho profissional. Por isso, podem estar aqui e depois ali atacando aqui.
Os três primeiros trabalham com Osmar Dias: são Sérgio Reis, Ernani Buchmann, de Curitiba, e Wianey Pinheiro ( foto bem antiga), um dos chefões da Produtora GW. Na ponta está Nelson Biondi, que cuida do marketing de Beto Richa há algum tempo, e deve estar esfregando as mãos de ansiedade, como os outros três concorrentes, porque começa hoje o horário da propaganda eleitoral na TV e no rádio. Biondi já atuou com Duda Mendonça, atendeu Paulo Maluf e coleciona um porfólio volumoso.
A GW já ganhou muita eleição para os tucanos. É a produtora preferida deles. A GW está fazendo a campanha de José Serra e alguém achou estranho uma parte da empresa fazer também a campanha de um candidato ligado a Dilma Roussef aqui no Paraná. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, a GW vai receber R$ 12 milhões pela campanha de Osmar Dias.
O dinheiro impressiona. A tentativa de maledicência é chute pra fora. Pinheiro mostrou decência num episódio lamentável da Rede Globo que volta e meia é lembrado nas escolas de comunicação como exemplo de manipulação jornalística.Em 1998, quando era o editor de eleições da emissora, condensou para o jornal HOJE, da hora do almoço, os melhores momentos do último debate entre Collor e Lula, realizado na noite anterior. Seu trabalho foi considerado correto, agradou a redação e mereceu elogios dos superiores.
A cúpula da Globo no entanto determinou que fizessem uma “nova” edição para ser exibida no JORNAL NACIONAL. Um chefe cumpriu a ordem. E o Brasil assistiu à noite uma edição tendenciosa que beneficiava Collor, sendo capaz de influir no resultado da eleição, segundo os analistas. “Foi uma violência contra o jornalismo da Globo”, definiria o próprio Pinheiro, anos depois.
(Esse texto recebeu novas informações às 17 horas)



Esse debate acabou com Lula. Segundo o Paulo henrique Amorim, quem mandou manipular foi o segundo na hierarquia do jornalismo da Globo, Alberico, a mando do próprio Roberto Marinho, e quem sujou as mãos foi o editor político Ronald Carvalho, que inclusive confirma totalmente essa história já contada “n” vezes, até em livro. Triste é saber que depois de tudo o Lula foi tomar vinho com o Alberico, e hoje está na foto abraçado ao Collor que o vê comno seu leghítimo sucessor. “Lula continuiou o que eu iniciei”. Pedro METALÚRGICO
A diferença, meu caro editor, é que técnico de futebol treina jogador e vive do esporte. Marqueteiro pode ajudar a colocar no poder um desqualificado e nós é ki pagamos o pato. Questiono o que é ser profissional, se é trabalhar calado pelo dinheiro, se devemos ter um código de conduta. Onde estão nossos critérios? Por que não temos mais o poder de escolha? ( … ) – Eleazar
Lula foi conversar com o pessoal da Globo porque tinha de seguir em frente, a vida não acabou , ele NÃO QUERIA FICAR com reseentimento, com mágoa, reclamando pelos cantos, triste, resmungão. Ele abriu mão de algumas coisas overs de seu discurso, melhorou sua estratégia, tentou mais algumas vezes, até ser bem suceddido. Hoje é o presidente mais popular da história deste país e por mim ele nem saía. Tem nada, não, ele volta em 2014 – LENA
NINGUÉM VAI DAR NADA DO QUE O DEPUTADO PEDRO FABRICIO, DO PPS DO PARANÁ, FALOU? SÓ A FOLHA DE LONDRINA? ELE DISSE QUE OS CANDIDATOS A DEPUTADO ESTÃO COMPRANDO GENTE COMO SE COMPRA BOI NO LEILÃO. ESTÃO PAGANDO ENTRE r$ 20MIL E r$ 30 MIL. O TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DISSE QUE ESSA PRÁTICA NÃO É ESPECIFICADA EM LEI COMO CRIME ELEITORAL, A ‘CONTRATAÇÃO’ DE ASSESSORES PODE SER JUSTIFICADA COMO GASTO DE CAMPANHA. NUNCA ANTES NESTE PAÍS TIVEMOS TANTOS RICOS SE ESBALDANDO NAS ELEIÇÕES – Lula de antigamente