O ex-governador Roberto Requião adorou saber que está em primeiro lugar na corrida para uma das vagas ao Senado no Paraná. Inseguro que só ele, até aproveitou o ensejo para provocar desafetos que ficaram decepcionados com a notícia. Depois, como que recuperando a noção de que ainda é muito cedo para comemorar, prometeu “trabalhar muito” para que os resultados se confirmem.
Requião não falou, mas deve ter imaginado que as pesquisas também surpreenderam um ex-amigo, com quem tem trocado desaforos - o atual governador Orlando Pessutti. Ocorre que Pessutti também tem seus trunfos e no mundo bipolar da política já superou o desalento e deve agora estar pulando de alegria com uma pesquisa do Data-Folha que o coloca como o terceiro governador mais bem avaliado do país, recebendo uma aprovação (6.3) superior a que foi atribuída a Requião nos seus bons tempos.
Em 100 dias de governo, a obra principal de Pessutti foi coordenar uma mobilização para solucionar o caso da multa federal aplicada ao Banestado desde a sua privatização. Fez o que Requião não conseguiu em 7 anos e meio. Mas Pessutti não está obtendo o mesmo sucesso na articulação para trazer a Curitiba uma das chaves de jogos da Copa do Mundo de 2014. Nas finanças os observadores consideram que sua gestão é discrepante: por um lado, ele eliminou abruptamente a tarifa social de energia elétrica da Copel, revelando o caráter eminentemente político do benefício. E por outro, se mostra extremamente generoso com os gastos da administração direta, talvez por causa das eleições, mesmo sabendo que a situação financeira do governo já esteve melhor.


A sorte foi que a Agencia Nacional de Energia Elétrica está regulamentando a lei de concessão de descontos para os consumidores de baixa renda. O Pessutti acabou com o benefício porque do jeito que estava ele prejudicava a Copel – que é uma empresa com investidores, está colocada na Bolsa de Valores- e não tinha amparo, era só um desejo personalista do Requião para fazer campanha. Agora, espera-se que isso vire uma política pública e beneficie as mesmas pessoas de baixa renda que dependiam do desconto e da isenção. VICTOR HUGO – Curitiba
Muita água vai rolar debaixo dessa ponte do Senado, ainda não está decididonada. Estão dizendo que o Ricardo barros vai DESISTIR, é verdade? – Tapejara Júnior
Requião deixoiu dinheiro em caixa, a situação financeira não é excelente, mas é boa. Pessutti contava com o ovo antes da galinha, que o governo federal devolvesse o dinheiro da multa que o Paraná pagou pela privatização do Banestado, mas o dinheiro ficou em Brasília por conta do endividamente do estado. Pessutti tem gastado demais em função dos compromissos com prefeito, que são sua base maior para valer na negociação com a Dilma e osmar dias. Até liberou a verba de publicidade para os jornais do interior que o requião vinha controlando com mão firme. A traição com o amigo Requião vai fazer ele afundar o estado. E enquanto isso o requião vai seguindo em frente no prmeiro lugar no coração do povo. – Hélio Kolowski -
O senhor Roberto Requião nunca teve amigos. Sempre se aproveitou de pessoas que o tinham como correto. Durante a sua trajetória política, foi derrubando e pisando por cima daqueles que o ajudaram mas que não mais lhe interessavam. Afastou-se de amigos e ajuntou-se a adversários. Esculhambou o PMDB. Orlando Pessuti foi um dos que serviram de escada para ele trepar no Poder. Lá, derrubou-a. Agora Orlando Pessuti mostra que não tem sangue de barata como o candidato da coligação que foi, indiretamente, chamado de ladrão pelo ex-futuro senador, caso da fazenda de Tocantins. Com essa atitude, Pessuti cresce mais ainda diante dos olhos das pessoas que admiram gente séria que não coloca a carreira política acima da honra – Jacarezinho (Kut)
Esses desafetos do sr. requião por acaso seriam o F. Campana e o chato do Ogier Buch? – Valdir